O encanto do País de Gales

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Montanha com neblina no caminho até o Farol – Fotografia: Liliane Catto

Pequeno e hospitaleiro, o País de Gales é um principado desde o século XIII, situado numa península da Grã-Bretanha e, atualmente, está anexado ao Reino Unido. É repleto de paisagens deslumbrantes que vão desde os picos nevados, até uma costa selvagem.

E adivinha, esse foi meu primeiro destino internacional depois que cheguei na Irlanda. Não, para falar a verdade eu não lembro de, alguma vez na vida, ter ouvido falar dele mas, como a oferta da passagem era tentadora, não custava arriscar, né?!, afinal, pagar 6,50 euros para ir de navio até outro país me pareceu ser uma boa ideia. Ou melhor, não só pareceu como foi uma ótima ideia.

Terça-feira, 17 de maio de 2016. Acordei as 4:30 da manhã, tomei café e saí de casa as 5:15 para encontrar meus colegas no Spire. Sim, matamos a aula do dia (crianças não façam isso em casa). 6:30, todos no Spire, caminhamos rumo ao porto de Dublin. Chegamos, fizemos o check-in e logo imaginamos que a embarcação seria daquelas jangadas iguais as que tem no Brasil, que atravessam as ilhas, afinal, pelo valor de 6,50 euros, não se poderia esperar muito. Ao vermos o navio, da Stena Line, ficamos incrédulos. Lindo, confortável e enorme, com restaurantes, free shop, fliperama, cinema e uma infinidade de outras coisas.

Chegamos no porto em Holyhead quase meio dia e decidimos conhecer o farol South Stack. Para chegar até lá existem dois caminhos: pelas montanhas e pela estrada. Fomos pela estrada. Logo no caminho, ficamos maravilhados com as vistas maravilhosas, paisagens belíssimas que pareciam sair de conto de fadas.

Pelo caminho, encontramos uma passagem escondidinha que nos levou até a costa de uma prainha. Acredito que era propriedade particular, mas ninguém nos viu hehehehe. O incrível é que não teria acesso a essa costa se não fosse por uma escadinha construída com madeira (até metade do caminho) e depois uma corda amarrada num poste para que as pessoas pudessem descer em segurança até lá (se bem que falar em segurança aqui, já é um pouco demais hehehe). O legal é que até consegui algumas conchinhas pra levar para casa.

Seguindo caminho, enquanto subíamos a montanha, só ficava pensando: “-Que lugar incrível, quero morar aqui.” Realmente, era lindo, e a neblina que se formava junto a montanha, deixava aquilo ainda mais mágico.

Chegamos no farol e, para nossa surpresa,  não conseguimos ver absolutamente nada. Sim, estava tudo coberto por uma névoa. Mas isso não foi problema. O fato de estar lá, de ter visto coisas incríveis, já fez tudo valer a pena.

Depois, hora de retornar. Natália, Paulo e Hélio resolveram voltar de taxi até o porto. Eu e William voltamos a pé mesmo, afinal, precisávamos curtir o “rolê” até o fim né. Chegamos no porto, esperamos por mais um tempo até fazer o check in novamente e embargamos rumo a Dublin.

Sobre a viagem, apenas uma frase: FOI UM DIA INCRÍVEL.

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